Assédio – Um triste fato real, quem mais parece um conto de terror

Assédio – Um triste fato real, quem mais parece um conto de terror

A quem recorrer, que atitude tomar, quem nos protege ?

Um fato real, quem mais parece um conto de terror
Um fato real, quem mais parece um conto de terror

O relato abaixo está na íntegra, foi feito por uma jovem que foi assediada dentro de um ônibus em Petrópolis, e não temendo represálias gritou, chamou atenção de todos conseguiu levar seu assediador até os braços da lei, mas infelizmente viu que de nada adiantou.




Meu nome é Vanessa tenho 18 anos.

Eu me arrumei para ir para o curso deixei meu bebê com minha mãe.
No dia 26 /03/2018.


Fui para o meu curso lá no centro de Petrópolis.

Meu curso começou às 3 horas da tarde e sempre termina às 5 horas mas dessa vez eu terminei uma hora mais cedo.
Terminei o curso não lanche na rua porque estava ansiosa para chegar em casa e tomar um café da tarde com minha mãe meu filho e meus irmãos.

Fui para a Praça Dom Pedro II peguei o ônibus 700. Como o ônibus estava muito cheio eu sentei num único banco que tinha era lá atrás.

Coloquei meu fone de ouvido e comecei a escutar música para me distrair.

Chegando no terminal de correias o ônibus 700 parou várias pessoas desceram do ônibus e o ônibus assim ficou vazio entraram novas pessoas e sobrando no máximo 6 bancos mais ou menos e nisto entrou um cara de óculos aparentava ser bem de vida e estava bem vestido ele não parecia ser petropolitano ele aparentava ser coreano.

Na hora que ele entrou olhei pra cara dele ele estava com óculos escuro e carregava uma maleta preta na mão ele sento tão lá na frente quando ele me viu ele saiu do lugar dele e decidiu decidiu sentar ao meu lado me isto eu já fiquei muito constrangida eu não entendi porque ele quis logo sentar comigo.

O que na verdade eu não o conhecia e também não queria conhecer ele eu só queria ir para minha casa.
Então não dei muita ideia aumentar o volume do celular que eu estava ouvindo música no fone de ouvido e seguimos viagem.

Aí o ônibus já começou entrar várias pessoas o ônibus Então começou a lotar de gente.

De repente toda hora que eu percebia que tinha muitas curvas No ônibus esse cara que estava sentado ao meu lado começava a se jogar em cima de mim e isso já estava me incomodando mas mesmo assim eu fiquei quieta pensei que fosse coisa da minha cabeça.

Eu comecei a ver que o cara está se movimentando muito as suas mãos e pegou sua mochila e colocou em cima do colo dele.

Acreditem o cara baixou as suas causas e colocou o seu órgão para fora e como começou a se masturbar e olhando para minha cara.

Na hora eu fiquei sem reação eu não estava acreditando no que eu estava vendo Porque isso nunca tinha acontecido comigo poderia ter acontecido com qualquer pessoa ou até mesmo com alguma criança.



Levantei rápido e comecei a gritar que um homem estava fazendo isso comecei a gritar xinguei ele de nojento fiquei desesperada chamei o cobrador também o motorista comecei a gritar e não escondo dentro do ônibus o que isso é um absurdo.

Comecei a gritar feliz aí perto de mim ele tentou fugir dentro do ônibus pessoas queriam lixar ele.
Nisso que eu comecei a fazer isso ele pegou e se fingiu de falso e sentou do outro lado do ônibus do lado de uma outra pessoa e abaixou o óculos perguntou se eu estava falando com ele eu falei sim eu estou falando exatamente com você não tem nenhuma outra pessoa que fez isso não, foi só você mesmo.

Isso já era por volta de umas 4:30

Ele tentou descer do ônibus quando o cobrador segurou pelo braço dele falou que deu ruim para ele deu ruim que ele não ia descer do ônibus eles eles pararam perto da cabine de polícia lá de corrêas chamaram policial e ele já desceu Algemado por isso que ela chamou ele perguntou quem era menina que ele tinha feito isso eu falei que era eu e ele perguntou se alguém no ônibus que ele é de ‘Pou’ comigo né para ter provas nisso ninguém quis depois não ficaram com medo e eu fui sozinha.

Entramos no carro de polícia e o policial levou a gente lá para Barão do Rio Branco lá em Petrópolis.

Chegando lá para depois eles algemaram o cara deitaram ele no chão revistaram eles o cachorro lá da polícia lá cheirou ele para ver se tinha algum tipo de droga não encontraram nada perguntaram onde que ele morava perguntaram o nome dele pegar os documentos dele e o meu.

Aí eu fiquei sentado esperando esperando e nada nada aconteceu com esperança que esse cara fosse preso, e isso passou mais ou menos uma hora e meia para eles me atenderem resumindo eles soltaram o cara por falta de provas fiquei indignada .

Fiquei triste porque isso aconteceu comigo poderia ter sido com qualquer pessoa poderia ter sido com uma criança e o cara já veio com a intenção de fazer isso comigo já veio com a intenção maldosa de fazer isso comigo isso jamais vai sair da minha cabeça e com certeza ele não fez isso comigo ele fez com outras pessoas só que essas outras pessoas talvez ficaram calados com medo mas eu não fiquei com medo a gente não pode se calar por esse tipo de coisa que acontece não podemos nos calar.

Final do relato.



Fica a pergunta:

A quem recorrer, que atitude tomar, quem nos protege ?

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3 Comentários

  1. As vezes passamos por muita coisa nessa vida eu tbm ja sofri estrupo infelismente o meu ocorreu dentro de casa tinha 10 anos sofri estrupo dos meus 10 anos ate os meus 14 anos e pouco infelismente essa justiça nao vai pra frente msm neh mas flor isso que aconteceu cm vc dentro do ônibus ele nao foi preso por falta de provas mas deus sabe de tudo que aconteceu nao ficar assim nao a justiça de deus tarda mas nao falha sinto mt imagino o constrangimento que vc passou sinto mt parabéns pela sua atitude

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