Minha casa, minha vida Vicenzo Rivetti, representantes da Caixa esclarecem dúvidas

Minha casa, minha vida Vicenzo Rivetti, representantes da Caixa esclarecem dúvidas

Minha Casa, Minha Vida Representantes da CEF esclareceram diversas dúvidas sobre critérios técnicos

Minha Casa, Minha Vida Representantes da CEF esclareceram diversas dúvidas sobre critérios técnicos 
Minha Casa, Minha Vida Representantes da CEF esclareceram diversas dúvidas sobre critérios técnicos
Representantes da Caixa Econômica esclareceram diversas dúvidas sobre critérios técnicos relacionados aos apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) que estão em fase final de construção no bairro Vicenzo Rivetti, durante uma reunião promovida pela Secretaria de Assistência Social na manhã desta sexta-feira (23.02) no Centro Administrativo da Prefeitura.
Felipe Silva Araújo, assistente de projetos sociais da instituição financeira, esclareceu que não haverá cobrança de prestações para os beneficiados, apenas será cobrado valores de consumo de luz e água, que será feita de forma individual para cada unidade. O registro do nome da pessoa no SPC também não será fator impeditivo para a entrega do apartamento, desde que o cadastro esteja dentro das regras estabelecidas pelo governo federal, aludida na portaria 412/15 do Ministério das Cidades.
“A presença dos representantes da Caixa na reunião serviu para todos os envolvidos esclarecem pontos, que até então, não estavam tão claros. Existe a portaria que estabelece os critérios legais para a disponibilização dos imóveis e o governo municipal está seguindo de forma criteriosa para poder atender a todos de forma transparente e justa. Agradeço a todos os entes institucionais envolvidos no processo pela dedicação e presteza. Tenho certeza que vamos avançar rapidamente e oferecer as famílias atingidas pelas chuvas ao longo desses anos a dignidade que elas merecem”, aponta Paulo Igor.
A pessoa que pleiteia um apartamento do programa não pode ser proprietário, cessionário ou futuro comprador de qualquer imóvel residencial. A renda mensal familiar também não pode passar do teto máximo (R$ 3.600) em nenhuma hipótese, para que o cadastro não seja rejeitado. Atualmente 400 famílias estão inseridas no aluguel social do município e cerca de 750 no cadastro estadual.
“Se o valor da renda familiar ultrapassar um centavo do teto máximo, o cadastro daquela pessoa é rejeitado. São critérios que devem ter total atenção daqueles que estão cuidando do processo. Todos esses pontos estão claros na portaria 412 e seguidos meticulosamente pela Caixa na hora da liberação”, alerta Felipe Silva Araújo, da Caixa.
Paulo Igor corrobora com esse fator e diz que “toda pessoa que pleitear um dos imóveis precisa estar atenta aos critérios. Mas o trabalho que a Secretaria de Assistência Social está desenvolvendo junto às essas pessoas é exemplar e tenho certeza que não haverá nenhum tipo de problema”, pontua o vereador Paulo Igor.

Os representantes da Caixa também destacaram que a Secretaria de Assistência Social realiza um trabalho que extrapola as prerrogativas exigidas pela instituição financeira. “Eu fico muito feliz com os elogios relacionado às ações que promovemos na secretaria para atender a todas essas pessoas da melhor forma. Toda equipe trabalha muito e sermos reconhecidos pelos representantes da Caixa, que estão envolvidos nesse processo em praticamente todas as cidades fluminenses, nos dá mais força e certeza que estamos no caminho certo”, destaca a secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

O vereador Professor Leandro Azevedo também ficou satisfeito com a reunião, que para ele foi esclarecedora e disse ainda que “as coisas estão caminhando de acordo com o que está previsto em lei, o que considero uma excelente notícia para as famílias que há tantos anos aguardam serem beneficiadas com essas moradias. Como presidente das Comissões de Direitos Humanos e das Vítimas das Tragédias da Região Serrana, tenho lutado por essas pessoas desde o início do meu mandato. Estamos avançando”,

disse o vereador, destacando o trabalho que vem sendo realizado pela prefeitura, pelas lideranças dos movimentos por moradia e habitação e gerência da Caixa Econômica Federal.

Participaram do encontro o diretor de Habitação e Regularização Fundiária da Secretaria de Obras, Antônio Neves, além de representantes do CDDH e de pessoas que foram prejudicadas pelas chuvas nos últimos anos.


 

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