Mulheres pedófilas – Perigos nunca falados

Mulheres pedófilas – Perigos nunca falados

Mulheres pedófilas existem:

Entenda por que elas são pouco denunciadas

Mulheres pedófilas existem:
Mulheres pedófilas existem

Psiquiatra explica a diferença entre o portador da doença e o criminoso que comete abusos.

A pedofilia está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) entre os transtornos da preferência sexual. Pedófilos são pessoas adultas (homens e mulheres) que têm preferência sexual por crianças – meninas ou meninos – do mesmo sexo ou de sexo diferente, geralmente pré-púberes (que ainda não atingiram a puberdade) ou no início da puberdade, de acordo com a OMS.




A pedofilia em si não é crime, no entanto, o código penal considera crime a relação sexual ou ato libidinoso (todo ato de satisfação do desejo, ou apetite sexual da pessoa) praticado por adulto com criança ou adolescente menor de 14 anos. Conforme o artigo 241-B do ECA é considerado crime, inclusive, o ato de “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.”

Passaremos a uma narrativa REAL, nomes e locais foram modificados para proteger a fonte:



Dos cinco aos oito anos, Laurinha*, hoje com dez, assistia à babá se masturbar diariamente. A mulher esperava a patroa sair, ia para o quarto com a garota e a sentava em uma cadeira. Em seguida, se deitava na cama e obrigava a menina a permanecer ali até que chegasse ao orgasmo.

O caso só foi descoberto quando a criança contou na escola, com ar de naturalidade, o que acontecia, sem se dar conta de que era vítima. A família nunca desconfiou de nada. Como aquela mulher de confiança, que cuidava de tudo havia anos, que também era mãe, carinhosa, poderia cometer aquilo? Seria mesmo verdade ou uma invenção da menina?

Assuntos como pedofilia e abuso sexual envolvem um tabu tão grande que pouco se imagina que as mulheres sejam portadoras dessa doença e que também cometam estupros. Segundo um dado da PF (Polícia Federal), a cada dez pedófilos, um é mulher.

Assim como os presídios masculinos têm alas reservadas para estupradores, chamadas “seguro”, os femininos também possuem e elas estão ocupadas.

O que acontece é que, em geral, as mulheres são denunciadas com menor frequência. Alguns motivos explicam essa subnotificação, como a ausência de penetração durante o abuso, a cultura machista que vê como algo normal as relações precoces entre meninos e mulheres mais velhas, ou o receio da família de denunciar e transformar o fato em um trauma maior que interfira na sexualidade dos garotos.

Toque, beijo, carícia e ato libidinoso envolvendo crianças são considerados crimes pela Constituição, assim o estupro, e precisam ser repassados à polícia.

Segundo o  psiquiatra Danilo Baltieri, especialista em transtornos sexuais e coordenador do Ambulatório de Transtornos de Sexualidade da Faculdade de Medicina do ABC, afirma que o diagnóstico da pedofilia é difícil e o tratamento, longo. Ele esclarece, ainda, que nem todo pedófilo abusa de crianças e a maioria dos abusadores sexuais não é portadores de pedofilia.

A pedofilia é doença: o desejo, o interesse constante por crianças durante, no mínimo, seis meses. As mulheres portadoras tendem a ser pessoas tímidas, que pouco se expõem socialmente, e, geralmente, tem alguma outra parafilia associada, como a zoofilia (sexo com animais) e exibicionismo.




Pedofilia na Internet

30% das imagens de pedofilia têm presença de mulher

Segundo PF, cresce a atuação feminina nesse tipo de crime; para os especialistas, elas são 10% dos pedófilos

Mulher mais velha em ato libidinoso com pre adolescentes
Mulher mais velha presenciando e participando de  ato libidinoso com pre adolescentes

Nos vídeos e fotos de pornografia infantil apreendidos pela Polícia Federal, um registro cada vez mais recorrente tem colocado em xeque o perfil do pedófilo clássico.

Cerca de 30% do material investigado tem a presença de mulheres, participando ou produzindo cenas de abuso sexual. “Desde 2001, trabalhamos com esses casos e podemos dizer que a atuação feminina vem aumentando sensivelmente”, diz o chefe da Divisão de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, delegado Adalto Martins.

“Isso faz cair por terra a ideia de que só quem pratica a pedofilia é o homem.”Classificada como transtorno sexual, a pedofilia atinge mais homens.

Especialistas estimam em quase 10% o número de pedófilas.

Por razões que variam do machismo à ausência de sinais claros de abuso, casos femininos são de difícil identificação.

A Operação Carrossel 2, no início deste mês, prendeu apenas três homens. “Não tivemos a ‘sorte’ de pegar nenhuma pedófila no momento em que enviava ou recebia filmes de pornografia infantil”, diz Martins.

A ONG SaferNet, que combate abusos na rede, recebe denúncias contra mulheres.




A pedido do Estado, a entidade analisou 500 casos do primeiro semestre deste ano. Embora não tenha sido possível quantificar as envolvidas, foram apurados três casos emblemáticos: uma mulher fazendo sexo oral em um menino de 12 anos, um casal abusando de crianças e homens vestidos de mulher que molestam meninos e meninas.

“Entre os casos envolvendo mulheres, constatamos que a maioria age com homens. Quando os pais abusam dos filhos, muitas vezes a mulher não é apenas cúmplice, também participa”, diz o psicólogo Rodrigo Nejm, diretor de Prevenção e Atendimento da ONG.

“A literatura internacional aponta que, em geral, essas mulheres foram vítimas de abusos na infância.””A questão da pedofilia feminina é muito recente em termos de divulgação”, afirma a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria da USP.”

Mas, a partir do momento em que ela entra no mercado e passa a ter uma vida mais social, adquire comportamentos do gênero masculino.”ATENTADO AO PUDOR

Na semana passada, uma mulher de 27 anos foi indiciada em São Paulo por atentado violento ao pudor. Há dois anos, ela teria iniciado relação com um garoto que hoje tem 14.

Em dezembro, a Justiça condenou o professor C I, de 47 anos, e A P S, de 27, de Uberlândia (MG), a 54 anos de prisão por praticarem sexo com a filha dela, de 6 anos.

“É relativamente comum a participação de mulheres em pedofilia”, diz o promotor Carlos Fortes, curador da Infância e Juventude em Divinópolis (MG).

“Em muitos casos, a mãe é conivente. Outras até agenciam filhos a pedófilos.” Martins também diz que há casos de agenciamento em São Paulo.

Por outro lado, destaca a psiquiatra Carmita Abdo, muitas mães se culpam por se sentirem atraídas pelos bebês.

“Elas dizem: ‘tenho vontade de morder, de pegar’. Mas desse apego até chegar à conotação erótica há longo caminho”, diz.

“A pedófila é aquela que tem no carinho a busca pela excitação. Esse ciclo não se desencadeia em carícia feita em uma criança que tem início e fim nela própria.”

Papel da família

Se é papel da polícia prender e investigar as denúncias de abuso sexual, da Justiça condenar e do Estado oferecer um tratamento ao detento avaliado e identificado como portador da pedofilia, cabe aos responsáveis pela vítima denunciar. A família não tem obrigação de saber se aquele agressor é portadordeve comunicar o crime às autoridades responsáveis.

5 Casos de mulheres pedófilas presas

1 – Caso Loren Morris

Pedófila Loren Morris
Pedófila Loren Morris

Essa mulher de 21 anos de idade se chama Loren Morris. Ela foi presa por ter relações sexuais com um garoto de oito anos de idade por mais de cinquenta vezes.

2- Caso Carla de Jesus dos Santos

Pedófila Carla de Jesus dos Santos
Pedófila Carla de Jesus dos Santos

Carla abusava sexualmente de três crianças de 06, 09 e 12 anos de idade e também de uma adolescente de 13 anos.



3- Caso Cristiane Teixeira Maciel Barreiras

Pedófila Cristiane Teixeira Maciel Barreiras
Pedófila Cristiane Teixeira Maciel Barreiras

Abuso sexual de uma aluna de 13 anos. A professora admitiu que mantinha relações com a jovem desde maio. As duas costumavam passear de carro pela cidade e se encontravam em motéis. Elas chegavam a parar em praças e ficavam namorando dentro do carro, de acordo com o depoimento da presa.

4- Caso Amber Kay Marshall

Pedófila Amber Kay Marshall
Pedófila Amber Kay Marshall

Ela trabalhou como auxiliar de professor em uma sala de aula com alunos com dificuldade de aprendizagem. Amber foi presa por ter relações sexuais com um estudante e por ter feito sexo oral com dois alunos da escola.

Segundo o depoimento do estudante, ela deu álcool a ele, enquanto estavam no motel.

5- Caso Jucilene Pires dos Santos

Pedófila Jucilene Pires dos Santos
Pedófila Jucilene Pires dos Santos

Acusada de introduzir dois dedos na vagina da criança, Jucilene Pires dos Santos também está sendo acusada pela família de cometer o mesmo crime contra a própria irmã na cidade de Maraú

Estes são apenas 5 casos escolhidos aleatoriamente nas centenas de casos que ocorrem por ano no Brasil e no mundo. 

Fonte: R7 – ISP (Instituto de Segurança Pública) – OMS (Organização Mundial de Saúde )
Fotos: Internet e Deepweb

 

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