Petrópolis – Uma cidade para poucos

Petrópolis – Uma cidade para poucos

Petropolis-RJ - Uma cidade para poucos
Petropolis-RJ – Uma cidade para poucos

Não bastasse a política rasteira de fechamento de escolas por todo o município, os gastos suntuosos com despesas de iluminação para o Natal e a constante inversão de prioridades, o Governo Rossi, continua rasgando promessas de cara lavada.

Em um ano de gestão é fácil perceber as prioridades de um governo. O que lhe é primordial e o que lhe é de menos importância. Se mais vale garantir serviços públicos de qualidade, através da manutenção e do fortalecimento de equipamentos públicos, como escolas e hospitais, ou se é mais relevante atender os interesses de poucos.



Seja nos custos não justificados no Gabinete do Prefeito, na prática de amarração de vereadores através de acordos e cargos, ou na publicidade mentirosa de incentivo ao turismo e à economia da cidade, Bernardo e seus patifes, demonstram diariamente que escolheram governar para as oligarquias políticas e empresarias de Petrópolis. Querem uma cidade deles, uma cidade para poucos!


Enquanto isto o povo não consegue emprego, vive sem assistência, anda por ruas esburacadas, em ônibus deteriorados, esperando por atendimentos e vagas em saúde e educação, sonhando que as promessas de campanha sejam enfim cumpridas. Ainda mais nos bairros isolados do Centro Histórico, nas comunidades rurais e nos distritos.




Exemplo maior é a situação da Posse, nosso quinto distrito, com mais de 10.000 habitantes, que luta pela manutenção de suas escolas e ainda sofre com a ameaça constante da retirada de médicos e outros profissionais especialistas em suas unidades de saúde. Parece até piada lembrar que o atual prefeito prometeu uma UPA para atender a região.

Uma covardia que atinge milhares de pessoas e centenas de mães e pais que precisam contar com o atendimento de psicólogos, fonoaudiólogos e outros especialistas para o tratamento de seus filhos com necessidades especiais. Uma medida que comprova o total descaso com a vida das pessoas, argumentada em uma crise financeira que só atinge a população, nunca os objetivos políticos e empresarias dos poderosos.




Já é evidente que teremos mais três anos de canalhice, desmontes e desigualdades. Mas se calar não pode ser uma opção, cada cidadão deve ser organizar, conversar com os conhecidos, atuar frente à justiça, invadir os conselhos municipais, gritar para a imprensa, parar as ruas e pressionar contra os desmandos do prefeito e da Câmara.
Eles têm medo, só nos falta atacar.

Yuri Moura

Professor, Gestor Público e Militante das Causas Populares

Fonte: Coluna Yuri Moura – Giro Serra

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