Empresa desenvolvedora da Urna Eletrônica usada no Brasil denuncia manipulação de votos.

Smartmatic - produtora das urnas eletrônicas

Boato que rola nas redes sociais, pode ter seu fundo de verdade !!!

Smartmatic - produtora das urnas eletrônicas
Smartmatic – produtora das urnas eletrônicas

Rola um “boato” na internet que a empresa que produz e gerencia as urnas eletrônicas utilizadas nas eleições do Brasil é Venezuelana, esa fato não corresponde com 100% da verdade, mas tem lá seus resquícios de fundamento.






Vamos primeiro ao “boato”.

Segundo o que rola nas redes sociais, uma velha conhecida dos brasileiros está prestes a causar mais um “escândalo”. A empresa venezuelana Smartmatic teria vencido um pregão do TSE e agora seria responsável pela apuração de votos nas eleições 2018.

A publicação ainda informa que, a empresa irá fornecer 30 mil impressoras e 75 mil urnas para as eleições de 2018 no Brasil.

O texto ainda afirma que a única concorrente da empresa venezuelana teria sido uma empresa que fornece gelo seco e sinalização de obras em rodovias para órgãos do governo.

Texto do boato na íntegra.

Smartmatic da Venezuela comandará apuração das eleições 2018 no Brasil A Smartmatic
venceu a licitação com o menor preço o pregão eletrônico do TSE e agora
ficará responsável pelas eleições 2018 no Brasil.Você está pensando que é brincadeira? Não não é…

Conforme o Antagonista publicou dia 26/01, a 3 dias atrás vejam:
“Ninguém deu bola para o pregão do TSE que escolheu a Smartmatic
como fornecedora de 30 mil impressoras e 75 mil urnas (com o software)
para as eleições deste ano.
É uma pena, pois há muitas curiosidades sobre o certame.

O que foi acima citado é o texto que está circulando nas redes sociais… mas agora vamos aos fatos… aí que piora tudo…

Segundo o site DefesaNET .

Diretor-executivo da Smartmatic, Antonio Mugica, afirmou na quarta-feira (02AGO2018), em Londres, que número de participantes anunciados pelo governo foi manipulado Foto: Niklas Halle'n / AFP
Diretor-executivo da Smartmatic, Antonio Mugica, afirmou na quarta-feira (02AGO2018), em Londres, que número de participantes anunciados pelo governo foi manipulado Foto: Niklas Halle’n / AFP




A SMARTMATIC, empresa responsável pelo sistema eleitoral na Venezuela, afirmou na quarta-feira (02AGO2018) que o número de eleitores que participaram da votação que elegeu a Assembleia Constituinte foi manipulado.

O governo anunciou a participação de pelo menos um milhão a mais de votantes no pleito de domingo (30JUL2018).

Em uma entrevista coletiva em Londres, o diretor-executivo da SMARTMATIC, Antonio Mugica, afirmou que “sem dúvida, a taxa de participação nas recentes eleições para Assembleia Nacional Constituinte foi manipulada”.

“Uma auditoria permitia conhecer a taxa exata de participação. Estimamos que a diferença entre a participação real e a anunciada pelas autoridades é de pelo menos um milhão de votos”, afirmou.

Julio Borges, presidente do Parlamento (que é de maioria opositora), anunciou que irá pedir à procuradoria uma investigação sobre a denúncia.

A oposição já questionava o número de eleitores apresentado pelo governo. O Conselho Nacional Eleitoral afirmou que 8 milhões de venezuelanos foram às urnas (ou 41,53% dos eleitores venezuelanos), mas a coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática dizia que o número não tinha passado de 2,5 milhões (12,4% dos eleitores).

Entre 2004 e 2015, a SMARTMATIC participou de 14 eleições, instalou mais de meio milhão de máquinas de votação e processou mais de 377 milhões de votos na Venezuela, de acordo com informações fornecidas pela empresa ao jornal “El Universal”.

A denúncia acontece no dia em que estava prevista, inicialmente, a posse dos 545 deputados que vão redigir a nova Carta Magna venezuelana e tem potencial para aumentar ainda mais o nível de tensão no país.

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, propôs a Constituinte como solução para a grave crise política do país, mas a oposição, que exige eleições gerais, considera a iniciativa uma manobra para tentar prolongar o mandato do presidente. Os opositores têm maioria no Parlamento.

O Conselho Nacional Eleitoral considerou a denúncia “irresponsável” e “sem fundamento”. “É uma afirmação irresponsável com base em estimativas sem fundamentos no dado manejado exclusivamente” pelo CNE, disse a sua presidente Tibisay Lucena.

Até aí tudo foi na Venezuela… e como será que as coias ocorrerão pelas terra tupiniquins





TSE, STF e PGR garantem confiança em urnas eletrônicas

Ministros defenderam a inviolabilidade do sistema, que tem sido contestado por Bolsonaro

Em meio a um cenário de desconfiança sobre a segurança das urnas eletrônicas , a presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministra Rosa Weber, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defenderam neste sábado (5) a inviolabilidade do sistema.

Líder nas pesquisas de intenção de votos, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) tem contestado a legitimidade das urnas eletrônicas nos últimos meses . Seu partido está organizando uma grupo de voluntários para fazer uma apuração paralela do resultado da eleição no domingo (7).

Leia a matéria na íntegra

E tem mais no dia 

Se quiser rir um pouco leia a nota na íntegra. aqui

Tudo muito lindo muito belo, mas se houve manipulação na Venezuela, porque não pode haver aqui no Brasil ???

Para quem não sabe , todo ano existe uma reunião em Las Vegas, que reúne os maiores HACKERS DO MUNDO, e muitas empresas se utilizam deste evento par por a prova seus produtos, esse evento é chamado DEFCON, e este ano um dos produtos testados pelos hackers foi justamente a URNA ELETRÔNICA UTILIZADA NAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS…agora imaginem o resultado !!!!

DefCon 2018
DefCon 2018

Nesta versão da conferência hacker o assunto principal se debruçou sobre as urnas eletrônicas e a conclusão é aterradora:

TODAS AS URNAS TESTADAS, inclusive a usada no Brasil produzida pela Smartmatic e distribuídas pela Diebold, foram hackeadas com facilidade surpreendente.
Para completar o escândalo o CEO da Smartmatic, ANTÔNIO MUJICA, deu entrevista em Londres, atual sede da empresa, afirmando que as eleições venezuelanas foram fraudadas pelo Conselho Nacional Eleitoral.




Ronaldo Lemos, advogado e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Mestre em Direito por Harvard, pesquisador e representante do MIT Media Lab no Brasil, publicou no dia 7 de agosto de 2017 na Folha de São Paulo um artigo intitulado “Segurança de urna digital acende luz amarela no Brasil“.

Segundo Ronaldo que uma máquina hackeada pode “funcionar normalmente” apresentando a cara do candidato escolhido pelo eleitor, seu número de inscrição, mas computar o voto para outro sem deixar qualquer tipo de rastro.

Funcionaria assim:

Você vai na urna, escolhe o candidado 1, aparece a carinha bendita do candidato, seu número e aí, todo confiante você aperta a tecla CONFIRMA e seu voto vai para candidato 2, ou para o candidato 3 ou 4  , o voto vai pra quem o SISTEMA QUE NÃO QUER PERDER A BOQUINHA QUEIRA QUE VÁ SEU VOTO.

E NINGUÉM PODERÁ PROVAR NADA, NEM MESMO UM HACKER.
E isso pode acontecer até mesmo com A IMPRESSÃO DO VOTO.

Uma belezura, não?

Agora uma pequena expressão matemática… o CEO da Empresa que produz as urnas afirma… HOUVE MANIPULAÇÃO DOS VOTOS + ELEIÇÕES 2018 ACIRRADA NO BRASIL E SISTEMA CORRUPTO, NÃO QUERENDO LARGAR O OSSO = Á ….

MELHOR FICAR DE OLHO BEM ABERTO…

A equipe do A Voz de Petrópolis, está fazendo uma pesquisa para informar a população se houver um caso deste tipo aqui,  COMO O POVO PODE FAZER PARA ANULAR A ELEIÇÃO… E PUBLICAREMOS EM BREVE.





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