Preço do gás de cozinha sobe 7% após greve dos caminhoneiros

Preço do gás de cozinha sobe 7% após greve dos caminhoneiros

Valor estava congelado nas três semanas anteriores à paralisação, de acordo com a ANP

Preço do gás de cozinha sobe 7% após greve dos caminhoneiros
Preço do gás de cozinha sobe 7% após greve dos caminhoneiros

A greve dos caminhoneiros deixou o gás de cozinha mais caro em Petrópolis. A última pesquisa realizada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), no último dia 4, mostra que, na média, o reajuste foi de 7%: o preço praticado pelo botijão de 13 quilos é de R$ 68,27 em média, cinco reais a mais do que nas últimas três semanas.




Quando a comparação é feita com o início de 2018, o acréscimo no valor do produto é ainda maior: na comparação com janeiro, o reajuste foi de 11%.

Sete distribuidoras da cidade foram pesquisadas no último levantamento realizado pela ANP. No último levantamento, a diferença entre o preço mínimo e o máximo foi de R$ 22. O posto mais barato cobrou R$ 53; e o mais caro, R$ 75. O valor mais baixo foi encontrado no Fazenda Inglesa Comércio de Gás. O mais gás mais caro foi localizado na Supergasbrás do Bingen: R$ 75 pelo botijão.


O Reis & Chaves, de Corrêas, tem preço de R$ 69,90. Outros quatro registraram o mesmo valor, de R$ 70: o Ultra Serra Comércio de Gás, na Rua Duarte da Silveira; Império Comércio e Transporte de Gás, de Corrêas; AV Comércio de Gás, em Barra Mansa; e a Bingengás, do Bingen.

Só o diesel caiu de preço

Os resultados da primeira pesquisa de preços da ANP com relação aos combustíveis após o período da greve. A Agência Nacional do Petróleo constatou que, em Petrópolis, só o diesel caiu de preço após o movimento que parou o Brasil na última semana de maio.



A média do litro da gasolina chegou a R$ 5,08 – antes da greve, pesquisa feita pelo Diário no primeiro distrito apontava preço de R$ 4,98; no período da paralisação, porém, os poucos postos que tinham o combustível cobravam, em média, R$ 5,20. No caso do etanol, o custo voltou aos R$ 3,75 do período pré-paralisação, após ligeira oscilação para cima.

No caso do diesel, o tabelamento feito pelo Governo Federal surtiu efeito: o combustível chegou ao menor valor em um mês. No começo de maio, o preço médio era de R$ 3,72. Entre os dias 20 e 26 do mês passado, o custo chegou a R$ 3,92 e, durante a greve, atingiu R$ 3,94. Agora, o preço está R$ 0,33 mais barato, na média: R$ 3,61. O preço mínimo cobrado foi R$ 3,39; e o máximo, R$ 3,83.

Fonte: Diário de Petrópolis
Matéria de Philippe Fernandes

Anúncios

Comments are closed, but trackbacks and pingbacks are open.