Ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, e empresários Miguel Iskin e Gustavo Estelitta foram presos em operação nesta terça-feira (11)

Sérgio Côrtes
Ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes

Miguel Iskin
Empresários, Miguel Iskin

Gustavo Estelitta
Empresários, Gustavo Estelitta

Ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, e empresários Miguel Iskin e Gustavo Estelitta foram presos


No início da noite de terça-feira (11), os três presos na operação ‘Fatura Exposta’ foram transferidos para presídios no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, e passaram a primeira noite na cadeia. Os três são acusados de participarem de um esquema, junto com o ex-governador Sérgio Cabral, de um esquema que desviou pelo menos R$ 300 milhões da saúde do estado entre 2006 e 2017.

O empresário Miguel Iskin foi levado para a Penitenciária Bandeira Stampa, conhecido como Bangu 9. Já o ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, e o empresário Gustavo Estellita estão na Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8.

De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, durante o café da manhã os presos tomaram café com leite, pão e manteiga. Para o almoço e jantar, o cardápio inclui arroz, feijão ou macarrão, carne, peixe ou frango e legumes. No lanche, os presos poderão comer bolo e tomar suco.

Antes da transferência para os presídios de Bangu, o ex-secretário e os empresários estiveram na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte.

As prisões foram pedidas a partir da delação premiada de César Romero, que trabalhou com o ex-diretor do Into, ex-secretário executivo de Côrtes na Saúde, e foi o resposável por entregar todo o esquema. A delação foi homologada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

De acordo com as investigações, quando era diretor do Into, Sérgio Côrtes teria favorecido a empresa Oscar Iskin, da qual Miguel é sócio, nas licitações do órgão. Gustavo Estellita é sócio de Miguel em outras empresas e já foi gerente comercial da Oscar Iskin. A empresa é uma das maiores fornecedoras de próteses do Rio.

Esquemas desviou R$ 300 milhões, diz receita

A operação também apura desvios na Secretaria de Estado de Saúde, com o pagamento de propina para a organização criminosa comandada pelo ex-governador Sérgio Cabral. O esquema também envolveria pregões internacionais, com cobrança de propina de 10% nos contratos, nacionais e internacionais.

Desse percentual, segundo a investigação, 5% caberia a Cabral, 2% a Sérgio Côrtes, 1% para o delator Cesar Romero, 1% para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e 1% para sustentar o esquema. Ainda segundo a investigação, Iskin pagava uma mesada de R$ 450 mil para a organização criminosa do ex-governador.

Fonte:G1

Avaliação

http://www.avozdepetropolis.com.br/wp-content/uploads/2017/04/fatura-exposta_6069b5a8.jpghttp://www.avozdepetropolis.com.br/wp-content/uploads/2017/04/fatura-exposta_6069b5a8-314x200.jpgR MoreiraRio de Janeiro#avozdepetropolis,#jornalavozdepetropolis,#saibamaispetropolis,acusados,fatura exposta,operação,policia,presosEx-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, e empresários Miguel Iskin e Gustavo Estelitta foram presos em operação nesta terça-feira (11)Ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, e empresários Miguel Iskin e Gustavo Estelitta foram presosNo início da noite de terça-feira (11), os três presos na operação 'Fatura Exposta' foram transferidos para presídios...Notícias de Petrópolis - A verdade da notícia, doa a quem doer