Reforço da segurança na Rua Teresa, depois de costureira ser estuprada no Polo de Moda

Reforço da segurança na Rua Teresa, depois de costureira ser estuprada no Polo de Moda

Arte encaminhou ofícios para a Prefeitura e Polícia Militar pedindo reforço.

Segundo associação, 95% dos funcionários da rua são mulheres.

O polo emprega 2 mil pessoas.

PM vai reforçar a segurança na Rua Teresa e imediações
PM vai reforçar a segurança na Rua Teresa e imediações




A Polícia Militar (PM) vai reforçar a segurança na Rua Teresa, em Petrópolis, após uma costureira de 22 anos ter sido estuprada na manhã de segunda-feira (18), quando seguia para o trabalho.

O comandante da PM, Oderlei de Souza, disse que haverá aumento do policiamento no local onde o crime aconteceu, na Rua Teresa e nas imediações.

A Associação da Rua Teresa (Arte) afirmou que encaminhou nesta terça-feira (19) ofícios para a Prefeitura e Polícia Militar (PM) pedindo reforço na segurança.


 

Costureira foi abordada pelo suspeito na escadaria que dá acesso à Rua Teresa
Costureira foi abordada pelo suspeito na escadaria que dá acesso à Rua Teresa

Segundo a associação, o polo emprega 2 mil pessoas e 95% dos funcionários da rua são mulheres.



Para a presidente da Arte, Claudia Pires, o crime que aconteceu em um acesso próximo à escadaria, que liga a Rua Teresa ao Centro da cidade, deixou lojistas e empregadas com medo.

“Eu sempre passo por ali e tem horários com menos movimento. Já tinha medo antes e esse fato me deixou ainda mais apreensiva”, afirmou Claudia. Nesta terça, ela contou que esperou um grupo de alunos que estava saindo de uma escola que fica na localidade para não subir a escadaria sozinha.

A  produção também tenta contato com a Prefeitura para saber quais medidas serão tomadas para atender a solicitação da Arte.

Casos de estupro

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que o número de casos de estupro em Petrópolis aumentou nos últimos três anos. De janeiro a maio deste ano foram registrados 58 casos. No mesmo período de 2017, foram 47 e, em 2016, foram 26.




No mês passado, uma mulher grávida de sete meses foi agredida com pedradas no rosto após tentativa de estupro em Araras. O suspeito era vizinho da vítima e foi preso pela Polícia Civil na quinta-feira (14).

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