Prefeitura cobra reconstrução do posto da PRF na subida da Serra




Prefeitura cobra reconstrução do posto da PRF na subida da Serra

PRF se compromete a estudar uma forma viabilizar uma nova instalação

A necessidade de aumentar a segurança na BR-040, principalmente na subida da Serra de Petrópolis, foi um dos assuntos abordados durante uma reunião na sede da PRF-Policia Rodoviária Federal –quarta-feira (26.09) em Brasília. Na ocasião, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Fiorini, solicitou o retorno do posto da PRF – no KM 89 da BR-040 – que foi demolido em 2015 pela Concer para adequações relativas às obras para construção da nova pista de subida da serra.

“Estamos solicitando a recolocação do posto, mesmo que em caráter provisório, desde 2017 quando as obras da nova subida foram paralisadas. Além das péssimas condições da via, as pessoas que passam pelo local não contam mais com o posto da PRF que representava mais segurança na estrada”, aponta Marcelo Fiorini.

O problema foi apresentado durante uma reunião com o diretor geral da PRF, Inspetor De Lima e com Carlos Eduardo Duarte, diretor do DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. “A PRF garantiu que está atenta e que tem mantido seu efetivo na estrada, e quanto ao problema do posto, vai estudar junto com a ANTT, uma forma de viabilizar uma nova instalação e, dessa forma, aumentar a segurança da rodovia federal”, explicou Fiorini.

Na última semana o Ministério Público Federal, realizou um encontro com a PRF aonde fez recomendações direcionadas ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e a Empresa de Planejamento e Logística, indicando algumas ações e medidas que necessitam constar no estudo que pautará o Programa de Exploração Rodoviária (PER), parte integrante do futuro contrato de concessão da BR-040, para aumentar a segurança da rodovia. Diante da recomendação, a PRF explicou que estuda ainda a possibilidade de aquisição de diversos equipamentos, como radares móveis, etilômetros, medidor de transmitância luminosa, medidores de distância a laser, além da instalação de bens para aprimorar a fiscalização da via em tempo real.

“Todos os recursos que puderem ser usados para a segurança da população serão bem-vindos. O que não pode é a estrada continuar abandonada. O perigo afasta turistas, compradores dos polos de moda, veranistas, investidores, encarece os fretes e dificulta o escoamento da produção agrícola” afirma Marcelo Fiorini.



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