Governo da mudança, será que agora a mudança começará ?

O Excelentíssimo senhor Bernardo Rossi  tendo tomado posse como Prefeito de Petrópolis no dia 1º de Janeiro de 2017 e no mesmo dia em discurso na câmara de Vereadores do município anunciou um decreto de “calamidade financeira”.




Deixando claro que: A partir desta segunda-feira (02/01), os contratos serão suspensos, serão feitas auditorias nas contas da prefeitura e cargos serão exonerados.

E mais…

Bernardo também anunciou outras medidas que, segundo ele, irão enxugar os gastos do município e garantir o equilíbrio financeiro de Petrópolis.

No dia 05/10 (Cinco de Outubro) ou seja 9 meses e 4 dias após a sua posse, a equipe econômica do governo em entrevista coletiva à imprensa no Palácio Sérgio Fadel, apresentou o pacote alcunhado por “austeridade na administração”.

Vamos ao texto do projeto apresentado.


PMP anuncia pacote de austeridade para reduzir gastos e evitar caos financeiro

Meta é economizar R$ 60 milhões por ano

Corte de 40% a 10% nos salários do prefeito, vice, secretários e cargos comissionados

Para evitar um colapso total nas contas do município, a prefeitura está aplicando um pacote de austeridade na administração. O objetivo é economizar R$ 60 milhões ao ano para equilibrar as contas públicas municipais. O pacote estabelece corte de até 25% em todos os contratos com o município; redução de despesas com aluguéis, telefones e combustíveis; maior fiscalização sobre bancos e cartórios para aumentar recolhimento do ISS em até 12% ao ano e mudanças de pagamento de horas extras na Educação.  O pacote foi apresentado pela equipe econômica do governo em entrevista coletiva à imprensa nesta quinta-feira (05.10), no Palácio Sérgio Fadel.

O pacote prevê o corte de 40% nos salários do prefeito e vice-prefeito. Secretários e cargos comissionados também terão salários cortados entre 10% e 30%. O projeto que estabelece o corte de salários, assim como os demais que são necessários para viabilizar as medidas adotadas pelo governo estão sendo encaminhados à Câmara de Vereadores. O pacote prevê ainda corte de pagamentos de horas extras –  com exceção da Saúde e da Defesa Civil, em casos de emergência.

As dívidas acumuladas por gestões anteriores somam R$ 766 milhões – um impacto anual de R$ 102 milhões somente com os débitos já parcelados pela atual gestão. Uma situação insustentável. O governo está adotando medidas duras, mas não existem outras alternativas para reestruturar as contas e recuperar as finanças do município. Se nada for feito imediatamente, haverá um colapso financeiro agora e a cidade se tornará ingovernável nos próximos anos.

Dentro das medidas anunciadas está a adoção do sistema de ponto eletrônico (biometria) – processo já implantado na Secretaria de Saúde e que será estendido a todas as demais repartições públicas, o que permitirá maior rigor no cumprimento da jornada de trabalho.Consta ainda no pacote, o projeto encaminhado à Câmara de Vereadores, para Extensão de Trabalho por Jornada, que prevê mudanças para o pagamento de horas extras na educação. No modelo atual o professor dobra o seu salário, independente do cumprimento das horas. Com a mudança, cada profissional passará a receber efetivamente pelas horas trabalhadas – uma economia mensal de R$ 1,2 milhão.

As medidas de austeridade abrangem ainda projetos que interferem na arrecadação do município, entre os quais o projeto de Regularização da Cobrança de Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), já entregue na Câmara de Vereadores para ser discutido e votado. E a adoção de mais rigor na cobrança de ISS sobre os maiores devedores, entre os quais bancos e cartórios. O município trabalha ainda para atualizar a Planta Genérica de Valores, o que permitirá uma atualização no IPTU de imóveis no município. São duas vertentes: economizar, cortar gastos e aumentar a arrecadação. São medidas necessárias para o município. Todas foram planejadas com cuidado para que possamos equilibrar as contas.

O foco é equilibrar as contas e recuperar a capacidade financeira da prefeitura para que o município volte a crescer. São medidas de austeridade, que, frente à situação de caos financeiro nas contas, não podem mais ser adiadas. No início do governo, foi adotado um primeiro pacote, cotadas despesas e, assim, reduzido os gastos. O município tem buscado recursos federais para não parar os investimentos, mas com o passar dos meses o levantados os dados foi apontando uma situação financeira ainda mais crítica, o que nos levou a adotar medidas ainda mais duras. O desafio que a realidade das contas impõe é grande, mas com muita disposição, e o esforço dos secretários e de toda equipe, será superado este momento e a cidade conseguirá avançar.

Economia de R$ 1 milhão com redução de salários em 3 meses

Corte de 40% e 30% nos salários de prefeito, vice e secretários 

O corte de salário do prefeito, vice-prefeito, secretários e funcionários em cargos comissionados resultará ao fim de três meses em uma economia de R$ 1 milhão para os cofres do município. O pacote prevê o maior percentual de corte – 40% –  nos vencimentos do chefe do executivo. O salário do prefeito passará de R$ 14.784,00 para R$ 8.870,40. O vencimento do vice-prefeito sofrerá corte de 30% passando para R$ 7.947,88. Os secretários terão corte de 30% e o salário ficará reduzido para R$ 6.865,71. Para funcionário de cargos comissionados, a redução prevista varia de 20% a 10%, com salários variando entre R$ 2,4 mil e R$ 6,2 mil. Todos os salários mencionados são valores brutos, incidindo ainda descontos de encargos trabalhistas.

Município negociou dívidas, mas rombo financeiro alcança R$ 766 milhões

As negociações feitas pelo atual governo para pagamento e parcelamento de R$ 284 milhões – parte da dívida deixada pelos antigos gestores, que alcança R$ 766 milhões – garantiu a manutenção de serviços essenciais, como a merenda para alunos das 186 unidades educacionais, além de a continuidade de atendimento no Hospital Santa Teresa, remédios e insumos em unidades da rede pública, entre outros serviços importantes.

Algumas contas precisaram ser acertadas de imediato, para que a prefeitura não parasse. A administração pagou ‘à vista’ R$ 27 milhões para garantir os serviços essenciais para a população. Ainda há muito trabalho a ser feito para que o município possa superar este rombo financeiro. Diante do quadro atual, não existe outra alternativa que não seja apertar ainda mais o cinto, adotando medidas austeras.

Somente com precatórios, dívidas fiscais e contratos, o montante em dívidas acumuladas por administrações passadas é de R$ 202 milhões. Na Saúde, o rombo deixado foi de R$ 97 milhões – sendo 25,4 milhões em dívidas já negociadas com entidades como o Hospital Santa Teresa, Clínico de Corrêas, o Centro de Tratamento Oncológico e as UPAs. Dívidas da CPTrans e Comdep somam R$ 287,5 milhões, pendências judiciais somam R$ 128 milhões.

As dívidas parceladas geram um impacto anual de R$ 102 milhões no orçamento. Isso significa que todo mês a prefeitura precisa desembolsar R$ 8,3 milhões para pagar despesas que deveriam ter sido quitadas à época, mas foram deixadas para trás. São recursos que poderiam estar sendo investidos em melhorias nos serviços para as pessoas e que hoje é preciso empenhar para pagar o que deixou de ser pago no passado.

O texto acima foi copiado sem modificações, para conferir na fonte acesse : Site da Prefeitura de Petrópolis





Recordar é viver, vamos lembrar de algumas promessas de campanha do atual prefeito Bernardo Rossi.

propostas de governo Bernardo Rossi
propostas de governo Bernardo Rossi

Baixe ou abra as propostas de campanha do Prefeito Bernardo Rossi. —-> Proposta


Em sua página oficial em uma rede social a população de Petrópolis deixa claro o descontentamento com a atual gestão.

Segue algumas das reclamações postadas.

Reclamações do povo sobre o governo Bernardo Rossi

Reclamações do povo sobre o governo Bernardo Rossi

Essas são apenas algumas postagens, quem desejar ver mais acesse a página oficial do Prefeito no endereço.

https://www.facebook.com/pg/bernardorossi.petropolis/reviews/





Fonte Informações – Site da Prefeitura de Petrópolis – G1 – Facebook – TSE
Fonte Imagens: Google
Texto: Roberto Loureiro

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