Jonathan Pereira do Prado cumpria pena por assalto em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo,

e não voltou após saída temporária em março

Caso Kelly Cristina Cadamuro
Caso Kelly Cristina Cadamuro



Segundo a Polícia Civil de Frutal, em Minas Gerais, Jonathan Pereira do Prado, preso que confessou a morte da jovem Kelly




Cristina Cadamuro, de 22 anos, após uma carona combinada pelo WhatsApp, estava foragido desde março. Ele não voltou ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP), de São José do Rio Preto (SP), depois de ter direito a uma saída temporária.

Em depoimento, Jonathan, que cumpre pena por assalto, confessou ter entrado no grupo virtual com a intenção de roubar Kelly através de uma falsa carona. Ele tem passagens por estelionato, furto e receptação e já era alvo de um mandado de prisão antes do envolvimento no caso. Foram presos outros dois suspeitos, Wander Luis Cunha e Daniel Teodoro da Silva, que, de posse de bens da jovem, foram enquadrados por receptação.

Kelly estava desaparecida deste quarta-feira quando, segundo contou a família à polícia, havia deixado a cidade de São José do Rio Preto, onde residia, para viajar até a cidade de Itapagibe, em Minas Gerais, para visitar o namorado. A jovem fazia parte de um grupo de carona e tinha combinado de levar um casal até a cidade mineira. Na hora da viagem, a mulher desistiu e foi apenas o homem, Jonathan, que não era conhecido de Kelly.

Foi publicado um print da conversa onde o namorado de Kelly Cadamuro que demonstrava preocupação em relação a viagem da jovem que levaria um casal no percurso entre São Paulo e Minas Gerais.

Confira o print onde o namorado de Kelly Cadamuro já demonstrava preocupação

print do whatsapp do namorado de Kelly
Print do whatsapp do namorado de Kelly




Detalhes do caso

Jonathan Pereira, de 33 anos, é o suspeito de cometer o assassinato de Kelly Cristina. Ele revelou detalhes macabros cometidos durante o crime. O suspeito contou em seu depoimento à Polícia que amarrou a garota depois de deixá-la desacordada.

Após amarrar, o acusado ainda arrastou a vítima. Ainda segundo o depoimento do suspeito, ele não cometeu abuso sexual, apesar da jovem ter sido encontrada seminua.

O atestado de óbito consta estrangulamento e asfixia como causas da morte.

Mais uma vítima da saída temporária de criminosos em regime fechado.

Os amigos e familiares de Kelly Cadamuro, criaram um abaixo assinado para tentar fazer com que as autoridades revejam as leis da saída temporária, segue abaixo o texto do cito documento e a link para quem desejar assinar.





Kelly Cadamuro – Contra a saída temporária de presidiários.

Para: Governo do Estado de São Paulo

O Estado de São Paulo condenou à morte a vítima Kelly Cadamuro, cidadã brasileira que pagava seus impostos e contribuía com a sociedade. Em troca, o governo do estado de São Paulo a condenou por conta de uma lei que permite a saída temporária de criminosos em regime fechado. O réu confesso, Jonathan Pereira do Prado, assassino de Kelly Cadamuro, que estava no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) foi o maior exemplo disso. Mesmo que a maioria não cometa crimes ao sair, os poucos que cometem tem grandes chances de condenar pessoas à morte. E este é o maior motivo desta petição, se uma vida é ceifada por conta de uma lei que beneficia um grupo de pessoas, a sociedade deve lutar pelo direito à segurança e a vida.
Diga não a saída temporária de pessoas em regime fechado. Diga SIM À VIDA!

 

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