Caso aconteceu neste domingo (3). PM e Guarda Civil alegaram que não conseguiam imobilizar o suspeito; spray de pimenta e arma de choque foram utilizados.

Polícia Civil investiga a morte de um homem, que não teve a identidade divulgada, no Centro de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, neste domingo (3). Ele foi atingido por spray de pimenta e disparos de arma de choque feitos pela Guarda Civil. De acordo com a polícia, o homem é suspeito de furtar um celular e ameaçar jovens com um facão.

As vítimas estavam fazendo grafite na Rua Souza Franco quando o suspeito chegou fazendo ameaças e pegou um celular. A Polícia Militar (PM) informou que chegou no local e o homem se negou a devolver o aparelho, além de tentar intimidar os policiais.

Aconteceu em Petrópolis
Aconteceu em Petrópolis

De acordo com Claudio Batista, delegado titular da 105ª DP, ele tentou atingir os policiais militares com o facão.

“Foi feito uso de spray de pimenta, mas sem sucesso. Uma viatura da Guarda Civil que passava pelo local parou para ajudar. Os guardas fizeram um disparo com a arma de choque, mas o homem continuava fazendo ameaças com o facão. Apenas com o segundo disparo da arma de choque o homem largou o facão e foi imobilizado, ainda com muita resistência”, disse o delegado.

Ainda segundo Claudio Batista, o homem começou a passar mal e morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e ainda não foi identificado. O delegado afirmou que foi aberto um inquérito para apurar as causas da morte.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (4), a Prefeitura de Petrópolis informou que “as duas instituições (Guarda Civil e PM) tentaram, sem sucesso, negociar para que o homem se rendesse e entregasse o facão. O uso de armamento não letal foi feito no momento em que o homem tentou agredir uma policial que participava da abordagem”.

O município também afirmou que o Corpo de Bombeiros foi acionado, tentou fazer a reanimação, mas o homem não resistiu.



“A Guarda Civil destaca que o guarda que fez o uso do equipamento de choque é capacitado para manusear o equipamento e utilizou o artifício porque o agressor, com o facão nas mãos, ameaçou avançar sobre a policial – ou seja, o disparo foi feito para defesa da agente. O uso do Taser (arma de eletrochoque) aconteceu para conter o agressor e poder desarmá-lo, para que a PM efetuasse a prisão em flagrante pelo assalto. Foram feitos dois disparos, no braço e no tórax, uma vez que o primeiro atingiu apenas o casaco que o homem usava”, disse um trecho da nota divulgada à imprensa.

A Prefeitura ressaltou que “o choque produzido pelo equipamento atua no sistema nervoso central da pessoa, neutralizando ações voluntárias dela, ou seja, não interrompe respiração e batimentos cardíacos, apenas paralisa temporariamente (por poucos minutos), deixando imobilizado, mas consciente do que acontece no ambiente ao redor”.

Fonte: G1
Edição: R.Loureiro

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