Segundo o sindicato, 184 unidades municipais estão sem aulas nesta segunda-feira (30). Categoria pede reajuste salarial,

redução de horas trabalhadas e tempo para planejamento de aulas.

sepe

Os professores da rede municipal em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, aderiram nesta segunda-feira (30) a uma paralisação de 48 horas. Ao todo, 42 mil estudantes de 184 unidades escolares estão sem aulas, segundo informações dos profissionais.



A categoria pede reajuste de 10% referente ao dissídio do ano passado e deste ano, redução de horas trabalhadas de 40 para 30 horas semanais e 1/3 do tempo de trabalho para o planejamento das aulas.

Às 14h desta segunda, estão previstas duas audiências de conciliação na 4ª Vara Cível com representantes da Prefeitura e do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe). O assunto, segundo o Sepe, é a lei de autoria do executivo aprovada na semana passada na Câmara de Vereadores que reduz para menos da metade o valor das horas extras, de R$ 30 para R$ 14.

Também foi aprovado aumento de 20 para 40 horas trabalhadas por diretores adjuntos, orientadores pedagógicos, supervisores e coordenadores, dando R$ 900 reais de compensação salarial. De acordo com os profissionais, este valor não é suficiente e a categoria nem chegou a ser consultada.




Em nota, a Prefeitura de Petrópolis afirmou que das 184 unidades escolares do município, 67,2% funcionam normalmente, 21% estão funcionando parcialmente e 11,9% paralisaram as atividades.

Disse também que “o município continua priorizando a manutenção dos salários dos servidores em dia, mesmo diante da crise que afeta o município” e que “todas as reivindicações dos servidores da Educação estão sendo analisadas e todas as medidas da secretaria foram tomadas sem prejuízo nos vencimentos de carreira dos servidores”.

“A mudança promovida foi com relação ao regime especial de horas temporárias, ou seja, no pagamento, além do que o profissional recebe nos vencimentos de carreira. Os profissionais receberão a gratificação de regência de classe, proporcional ao número de horas prestadas além de sua jornada de trabalho ordinária e a gratificação de regência de classe corresponderá a 25% do valor das horas trabalhadas no regime especial de horas temporária”, informou um trecho da nota enviada à imprensa.

De acordo com a Prefeitura, as mudanças feitas na Lei Municipal 6.870/2011 que dispõe sobre o plano de cargos, carreiras e salários da rede municipal de Educação foram necessárias para manter o salário dos servidores em dia.




“A folha de pagamento da educação – acrescida de 1.857 funcionários de apoio – alcança R$ 16 milhões por mês. Vale destacar que, desde que foi modificado, em 2011, o PCCS da educação ainda não havia sido revisto e, desde a sua criação, a meta era de que o plano fosse reavaliado a cada dois anos”, afirmou o município.

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