Síndrome de Marfan deixou Caio Sampaio Guimarães, de Petrópolis, RJ, cego de um olho.

Após cirurgia às pressas em setembro, família começou mobilização e vaquinha online.

Caio tem 13 anos e sofre de síndrome de Marfan, uma doença rara
Caio tem 13 anos e sofre de síndrome de Marfan, uma doença rara




Síndrome de Marfan, doença rara que pode levar o adolescente Caio Sampaio Guimarães, de 13 anos, à cegueira total está mobilizando parentes e amigos em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Caio já havia ficado cego de uma das vistas e em setembro passou por cirurgia às pressas, quando a família decidiu começar a campanha.

O objetivo é arrecadar dinheiro para pagar o transplante de córnea. A mãe, Renata Sampaio, criou uma página em uma rede social para que as pessoas possam ajudar fazendo a doação por meio de depósito bancário.

Na escola, onde o adolescente cursa o 6º ano do Ensino Fundamental, professores e colaboradores fizeram um Festival de Pastéis entre os dias 4 e 6. Todo o dinheiro arrecadado será doado para o Caio.

Segundo a diretora da unidade, Cirléa Cabral da Silva, 62 profissionais se envolveram no mutirão para levar os ingredientes. “Temos muito carinho pelo Caio e sabemos que a cirurgia é cara. Vemos o sofrimento e as dificuldades que ele têm e por isso nos mobilizamos”, afirmou.

Ao G1, ele disse que ficou feliz quando soube da ação das pessoas.

“Tive vontade de chorar porque fiquei emocionado”, contou Caio, acrescentando que aguarda a cirurgia “para poder enxergar melhor”.




A mãe, que é servidora pública, disse que precisa de R$ 30 mil para a cirurgia e de mais R$ 8 mil para que a família consiga quitar a dívida pelo procedimento que o menino precisou fazer em setembro.

Segundo Renata, o Caio foi diagnosticado com a síndrome de Marfan aos 4 anos, quando o pai morreu por ruptura da aorta e no laudo apareceu que ele tinha a doença.

“Fui pesquisar sobre a síndrome e vi que era genética, então levei meu filho a uma clínica em São Paulo onde ele também foi diagnosticado com a doença que afeta a coluna, os olhos e o coração”, disse ela, afirmando que o adolescente sente muita dor de cabeça e que está muito desestimulado.




O médico oftalmologista que cuida do adolescente, Marco Aurélio Varella Figueiredo, disse que a doença não tem cura.

“No caso do Caio, é possível, por meio do transplante de córnea, melhorar a condição de vida dele”, afirmou.

Porém, o especialista diz que, no momento, o adolescente precisa se recuperar da cirurgia no olho direito para que só depois possa passar por uma nova intervenção cirúrgica.

Fonte: G1

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