Texto de Mário Prata espelha o drama do jornalista Vladimir Herzog, morto durante a ditadura militar

Tortura durante ditadura militar é retratada em espetáculo teatral em Petrópolis
Tortura durante ditadura militar é retratada em espetáculo teatral em Petrópolis




A ação de Fábrica de Chocolate se desenvolve durante a ditadura militar, quando um operário morre após ser torturado pelos agentes da repressão. Na peça, o órgão repressor tenta provar que o assassinato foi, na verdade, um suicídio, e que a vítima parece ter se enforcado.  Os personagens são funcionários do Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) e são encarregados de “resolver os caminhos” dos investigados. O espetáculo será apresentado no Theatro D. Pedro, na próxima quinta-feira (28/09) às 20h, pelo SESI Cultural.

Escrita por Mário Prata em 1979, logo após a morte do jornalista Vladmir Herzog, é a única peça acerca da época da ditadura que foca a ação nos torturadores. O espetáculo mostra por dentro dos porões da tortura, em diabólica rotina, o aparelho policial-militar encarregado de anular qualquer cidadão suspeito de incompatibilidade ativa com o regime vigente.

São mostrados diversos escalões do governo repressivo, do carcereiro torturador às patentes superiores, com diálogos dinâmicos, mordazes e inteligentes. A direção é de Luiz Furlanetto e o elenco conta com Adriana Torres, André Cursino, Daniel Villas, Diogo Pivari, Henrique Manoel Pinho e Ricardo Damasceno.




Os ingressos estão à venda na bilheteria do Theatro D. Pedro (aberta das 14h às 20h) e custam R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia). Pessoas com mais de 60 anos, estudantes, deficientes físicos e associados ao SESI pagam meia-entrada.

 

SERVIÇO:

Fábrica de Chocolate

Dia: 28 de setembro




Local: Theatro D. Pedro – Praça Expedicionários, s/n – Centro

Hora: 20h

Gênero: Drama

Duração: 70 min

Ingressos: R$ 22 (inteira) | R$ 11 (meia)

Classificação: 16 anos

 

Texto: Mário Prata
Direção: Luiz Furlanetto
Elenco: Adriana Torres, André Cursino, Daniel Villas, Diogo Pivari, Henrique Manoel Pinho e Ricardo Damasceno
Cenografia e direção de arte: José Dias
Figurinos: João de Freitas Henriques
Iluminação: Henrique Manoel Pinho e Daniel Villas
Trilha sonora: Mario Portella
Design gráfico: Alexandre Reis
Fotos: Kiko Ferreira e Chico Lima
Produção executiva: Henrique Manoel Pinho
Gestão de projeto: Daniel Villas
Direção de produção: Daniela Abreu (AR Produções Artísticas)
Realização e supervisão artística: Hermes Frederico e AR
Produções Artísticas
Foto: Kiko Ferreira e Meg Lopes

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social/PMP
Edição: R.Loureiro

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